Preservação e valorização de patrimônios reforçam protagonismo na região do Médio Piracicaba
O resultado definitivo do ICMS Patrimônio Cultural, divulgado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG) para o exercício de 2026, confirmou a força de dois municípios do Médio Piracicaba no cenário estadual: Catas Altas e Santa Bárbara.
Pelo quinto ano consecutivo, Catas Altas se manteve entre os primeiros colocados, alcançando 36,70 pontos e garantindo a 6ª posição entre os 839 municípios mineiros avaliados. Já Santa Bárbara obteve um desempenho ainda mais expressivo: com 45,80 pontos, conquistou a 4ª colocação, superando sua marca do ano anterior.
Segundo a secretária de Turismo e Cultura de Catas Altas, Aline Duarte, o resultado é fruto de um trabalho consistente de valorização da história e da memória local. “Esse resultado é fruto de políticas públicas constantes de valorização da memória, identidade, práticas tradicionais e da proteção do nosso patrimônio cultural”, destacou.
Em Santa Bárbara, o avanço se deve ao trabalho articulado da Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Desenvolvimento do Turismo, em parceria com o Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural. As ações incluem desde a salvaguarda e proteção até a promoção e difusão do patrimônio histórico, consolidando o município como referência estadual em preservação.

A administração municipal ressalta ainda o papel estratégico do Conselho, responsável por acompanhar e garantir a efetividade das iniciativas. “Com esse reconhecimento, Santa Bárbara reafirma sua posição de referência estadual na preservação do patrimônio cultural, fortalecendo sua imagem como guardiã de um legado histórico que a torna destaque em Minas Gerais”, afirmou a Prefeitura em nota.
Além dos números, o resultado simboliza a importância de políticas públicas alinhadas ao desenvolvimento sustentável e à preservação dos patrimônios históricos na região. As práticas de ambos os municípios dialogam diretamente com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 17, que trata de parcerias e meios de implementação, demonstrando que a preservação cultural também pode caminhar lado a lado com inovação e futuro.





